Com textura leve, fatias mais grossas e casca fininha, o novo pão Wickbold Do Forno na versão Grãos Ancestrais traz em sua receita cinco valiosas sementes: quinoa, freekeh, chia, amaranto e espelta. Conheça as propriedades nutricionais de cada um destes grãos plantados e colhidos da mesma forma há milhares de anos.

Quinoa

Base da alimentação na região dos Andes desde a antiguidade, era considerada sagrada pelos povos incas.  Apresenta, aproximadamente, o dobro de proteínas de outros cereais como arroz, cevada e aveia. É rica em minerais, vitaminas e  fibras. Essa combinação mantém a saciedade, melhora o índice glicêmico, reduz o colesterol e ajuda no funcionamento do intestino, mandando as toxinas para fora do corpo. Fonte também de nutrientes fundamentais para nossos ossos e músculos, como o fósforo e magnésio, e o zinco,  que é essencial para o sistema de defesa.

Freekeh

Cultivado há 10 mil anos no Oriente Médio e originário da região da Síria, é bastante utilizado na culinária árabe. É conhecido também como trigo verde por ser colhido ainda no estágio anterior à maturação. Esta característica contribui ainda mais para o seu excelente valor nutricional, além de chamar atenção para seu sabor e textura. Tem alto teor de proteínas, fibras, vitaminas – com destaque para as do complexo B – e minerais, como potássio, magnésio e zinco. Destaca-se pela presença de antioxidantes que auxiliam na prevenção da degeneração da retina. Aumenta a sensação de saciedade e, assim, contribuir para a perda de peso. Com baixo índice glicêmico, previne doenças como a diabetes e ajuda a regular a absorção de açúcar e gordura pelo corpo.

Chia

Reconhecida como um excelente alimento pelos nossos ancestrais desde 2.600 a.C. no México e na Colômbia, os grãos da chia eram utilizados como a base da alimentação de indígenas americanos. Para começar, os antioxidantes dessa semente desintoxicam o fígado e impedem a formação de radicais livres, que aceleram o envelhecimento. A chia prolonga a sensação de saciedade e também melhora o humor de quem a consome com regularidade. Contém vitaminas do complexo B, proteínas e ainda minerais como o selênio e o zinco, além dos nutrientes fósforo, magnésio, manganês e cálcio, que aumentam a imunidade. É mais rica em quantidade de ferro do que o espinafre e com mais concentração de potássio que a banana. Outro nutriente presente é o ômega 3, que combate inflamações, previne diabetes e doenças cardiovasculares, influencia na rapidez de raciocínio, na concentração e nas habilidades motoras.

Amaranto

O amaranto era utilizado pelas antigas civilizações maias, astecas e incas que ocupavam a América Latina. Naquela época, seus grãos eram consumidos cozidos pelo aspecto e composição semelhante a outros cereais, como o arroz e o trigo. Mal sabiam que o alimento possui um balanceamento de nutrientes excepcional, fornecendo de uma só vez carboidratos, proteínas e fibras. O amaranto alto teor dos minerais magnésio, manganês e fósforo, que participam da formação dos ossos, e também por ser fonte de selênio e zinco, que são importantes antioxidantes. As fibras são essenciais para o funcionamento do intestino, órgão fundamental para a digestão e absorção de nutrientes. Apresenta proteínas de alto valor biológico que participam diretamente da formação de músculos, pele, cabelo e unhas.

Espelta

Também conhecido como trigo “rústico” ou trigo vermelho, foi o alimento principal das civilizações antigas grega e romana e a base alimentar de populações durante a Idade Média. Foi um dos primeiros grãos a ser utilizado na fabricação de pães citado, inclusive, na Bíblia. É excelente fonte de fibras, minerais ( fósforo, ferro, magnésio e potássio) e de vitaminas do grupo B. Previne doenças cardiovasculares reduzindo os valores do colesterol. Recomendado para mulheres que se encontram na menopausa por evitar o câncer de mama. Além disso, é  indicado em casos de stress e ansiedade e para quem sofre com a digestão.

 

Por Thamyê Bloes