Quem se preocupa com a alimentação e escolhe os ingredientes a dedo já deve ter ouvido falar do tal índice glicêmico. Conhecer esse parâmetro é interessante para saber como equilibrar o cardápio, além de fazer as escolhas corretas de acordo com o objetivo da sua refeição. Mas você sabe exatamente o que ele significa?

É mais simples do que parece: O índice glicêmico de um alimento é definido de acordo com a velocidade com que o carboidrato presente nele entra em nossa corrente sanguínea. E também pelo tempo em que os níveis de açúcar permanecem no sangue.

Assim, os alimentos que consumimos podem ser definidos como de índice glicêmico alto ou baixo – dependendo da composição deles. Os de alto índice glicêmico conseguem entrar mais rápido na corrente sanguínea, elevando os níveis de açúcar. Se consumidos em excesso, podem aumentar o risco de algumas doenças.

Entre eles, estão as massas preparadas com farinha branca, doces, mel e o próprio açúcar. Para equilibrar o consumo, é preciso acrescentar como complemento um alimento fonte de fibras (como os cereais integrais, sementes, verduras, legumes e frutas) ou de proteínas (carne, frango, peixe, ovo, leite, queijos). Esses nutrientes são capazes de reduzir a velocidade da passagem do açúcar para o sangue, equilibrando esse mecanismo e prevenindo doenças.

Já os alimentos de baixo índice glicêmico são aqueles que devem ser prioridade na alimentação. Entre eles estão os pães, arroz e massas integrais, as leguminosas e algumas frutas, como a pera e a maçã. Depois do consumo deles, a entrada do açúcar na corrente sanguínea será de baixa velocidade.

Viu como era simples entender esse mecanismo? O mais importante é lembrar sempre de manter uma dieta balanceada, colorida e variada. Dê preferência aos alimentos integrais, ricos em fibras, vitaminas e mineirais. Eles são essenciais à saúde!